Polícia investiga assassinato de empreiteiro na zona rural de Timon neste domingo

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A polícia civil de Timon está tentando desvendar o assassinato do empreiteiro Zadoque de Sousa Tomás, que foi morto no começo da tarde deste domingo(1º de setembro). O crime aconteceu por volta das 12 horas e 30 minutos na estrada que leva ao povoado Açude, na zona rural do município.

Empreiteiro conhecido na cidade, Zadoque ,que tinha 49 anos,  foi morto com um tiro que atingiu seu peito quando voltava para a Timon de um sítio de sua propriedade.

As primeiras informações dão conta de que o empresário foi morto vítima de uma tentativa de latrocínio, mas outros motivos não estão sendo descartados.

A polícia sabe que após levar o tiro que o vitimou fatalmente, Zadoque ainda seguiu no carro até bater o veículo e parar.

O corpo de Zadoque de Sousa Tomás já foi recolhido pelo IML e peritos criminais fizeram uma perícia no carro e local onde ocorreu o crime. Fonte Elias Lacerda

RECÉM NASCIDO É MORTO EM PALMEIRANDIA NO INTERIOR DO MARANHÃO, MÃE É PRESA

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Um crime bárbaro foi praticado contra um recém nascido de apenas 2 dias de vida, na manhã deste domingo, dia 01°.O infanticídio foi registrado no bairro do Alto do Amor em Palmeirândia, por volta das  11h30. O crime tem como autora a própria mãe, Ulicelma Sousa, vulgo Ulinha,  dependente química com inúmeras passagens pela policia. Diante do fato, a PM, foi acionada, e ao chegar na residência da suspeita a mesma estava com a criança no colo já sem vida; ela não soube informar o motivo da morte do filho. Ulicelma, foi encaminhada para a DP de Pinheiro,  sem lesões corporais, para as medidas cabíveis que o caso exige.

Confirmado a morte de mais uma pessoa em acidente ocorrido na BR-226 próximo ao povoado Cigana

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confirmado a morte de mais uma pessoa em acidente ocorrido na br 226 proximo ao povoado cigana 1 - Confirmado a morte de mais uma pessoa em acidente ocorrido na BR-226 próximo ao povoado Cigana - minuto barra

O acidente que ocorreu nas primeiras horas deste domingo, além de ceifar a vida da jovem Débora Alice, levou também à morte o jovem Mikael Wellington Morais Lima(20 anos), filho de Marinalva Morais e Soldado Petrônio.

Os jovens retornavam de um show na cidade de Tuntum e, morreram, durante um grave acidente na Br-226 entre Presidente Dutra e Barra do Corda.

Oito são detidos na Operação Verde Brasil em Rondônia

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Oito pessoas foram detidas em uma semana de Operação Verde Brasil em Rondônia, informou neste domingo (1º) o Exército. A operação é a ação governamental voltada ao combate a incêndios e crimes ambientais na Amazônia.

Operação de Garantia da Lei e da Ordem Verde Brasil sob a Coordenação da 17ª Brigada de Infantaria de Selva e com a participação de Órgãos Estaduais e Federais,  para combate a incêndios em vegetação e repressão a delitos ambientais

Operação de Garantia da Lei e da Ordem Verde Brasil sob a Coordenação da 17ª Brigada de Infantaria de Selva e com a participação de Órgãos Estaduais e Federais, para combate a incêndios em vegetação e repressão a delitos ambientais – Op VERDE BRASIL/17

Segundo a 17ª Brigada de Infantaria de Selva, entre os ilícitos ambientais cometidos estão extração ilegal de madeira, queima ilegal do solo e porte ilegal de armas. De acordo com o balanço divulgado, houve a apreensão de 41 metros cúbicos de madeira e 11 termos de infração lavrados, no valor total de R$ 994.775 em multas. Também foram apreendidos um caminhão, cinco motocicletas, uma motosserra, uma espingarda e quatro cartuchos não deflagrados.

Conforme a brigada, até o momento, 208 homens e mulheres trabalharam diretamente nas ações de campo. São usados 43 veículos terrestres (viaturas auto combate a incêndio florestal, caminhões tanques, micro-ônibus, vans, caminhonetes 4×4, ambulâncias, quadriciclos e motocicletas), e 11 aeronaves (cinco helicópteros, um C-130, quatro Airtractors e um Caravan).

Para combater as queimadas em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas, as aeronaves lançaram cerca de 260 mil litros de água na primeira semana da Operação Verde Brasil.

O Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, durante a Operação de Garantia da Lei e da Ordem Verde Brasil sob a Coordenação da 17ª Brigada de Infantaria de Selva e com a participação de Órgãos Estaduais e Federais,  para combate a incêndios em

O Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, durante a Operação de Garantia da Lei e da Ordem Verde Brasil sob a Coordenação da 17ª Brigada de Infantaria de Selva e com a participação de Órgãos Estaduais e Federais, para combate a incêndios em – Op VERDE BRASIL/17

Na sexta-feira (30), o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, acompanhou o andamento das atividades realizadas no âmbito da Operação Verde Brasil, em Rondônia. A ação é desenvolvida pelas Forças Armadas em parceria com instituições e órgãos de segurança pública e fiscalização, como Força Nacional, Corpo de Bombeiros Militares, equipes de prevenção e combate a incêndios do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Polícia Militar Ambiental, Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Fonte Agência Brasil

SANTA RITA: PANIFICADORA SINIPAN É ASSALTADA POR DUPLA ARMADA COM REVÓLVER

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No 1° dia do mês de setembro, dois elementos armados praticam um assalto na panificadora SINIPAN, situada na rua do Sol, centro da cidade de Santa Rita.
Era por volta das 15h, quando a dupla em um veículo modelo Celta, cor Azul, chegou e após entrar na panificadora como clientes comuns, anunciaram o assalto.

A dupla levou todo o dinheiro  do caixa; mas a quantia ainda não foi divulgada pelo proprietário ou a polícia.
Nas imagens do sistema de segurança é possível notar que são dois homens, um de camisa azul, calça preta e outro de camisa laranja laranja e bermuda cinza..
Eles aproveitaram a baixa movimentação da rua, principalmente por se tratar de um domingo.
Os criminosos fugiram pela BR-135.

BANDIDOS EXPLODEM CAIXA ELETRÔNICO DE UM POSTO DO BANCO DO BRASIL EM PRESIDENTE JUSCELINO

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Era 1h10, da madrugada de domingo, 01, quando os policiais receberam a informação da explosão do caixa eletrônico do Banco do Brasil da cidade de Presidente Juscelino. 
Diante da informação a equipe de serviço que teria acabado de se ausentar da área central da cidade para atender a ocorrência de Briga generalizada no festejo de Santa Isabel, retornou e constatou a veracidade dos fatos.
A princípio, foram vistos por populares quatro pessoas num carro modelo Onix, cor preta, dos quais portavam arma longa.
Os meliantes, após a explosão, teriam fugido em direção a cidade de Itapecuru através de uma estrada vicinal.
As equipes estão realizando diligências no sentido de localizar os meliantes, onde já tem o  nome do indivíduo que deu suporte e logística para tal crime.

Família pede a ajuda para localizar homem desaparecido desde o dia 28

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A família de Leonardo da Silva Ramos, residente em Chapadinha pede ajuda para localizá-lo.
De acordo com familiares, Leonardo tem uma forte depressão. Ele saiu de casa na última quarta, 28 de agosto. Desde essa data a família não obteve mais notícias de seu paradeiro.
Essa não é a primeira vez que Leonardo some deixando a família preocupada. Dessa vez a família disse que está preparada para interná-lo para tratamento psicológico.
Contatos para informações:
(98) 98414-7533 ou (98) 99142-3334 Francidalva(98) 98422-1346 Mayara

TRAGÉDIA: Morre Débora Alice, filha da jornalista e advogada Elizângela Souza

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tragedia morre debora alice filha da jornalista e advogada elizangela souza - TRAGÉDIA: Morre Débora Alice, filha da jornalista e advogada Elizângela Souza - minuto barra

Um grave acidente ocorreu nas primeiras horas deste domingo na BR-226 próximo ao Povoado Cigana entre as cidade de Presidente Dutra e Barra do Corda.

Segundo informações, um carro de quarto portas capotou, deixando uma jovem morta e outras três pessoas gravemente feridas.

A jovem que morreu ainda no local se chama Débora Alice, filha da jornalista e advogada Elizângela Sousa e Toinho Silva.

A informação do falecimento de Débora foi confirmada por seu tio, Wilson Silva ao Blog Minuto Barra.

Nos solidarizamos com todos os seus familiares neste momento de dor profunda.

Festa de São Raimundo termina com segurança

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Publicamos uma reportagem no início do mês de julho deste ano na qual afirmávamos que o Festejo de São Raimundo e o Carnaval de Vargem Grande, são apesar do número excessivo de pessoas, os períodos mais seguros para nosso município.

Vamos contextualizar em cima de dados reais para que possamos entender melhor a situação de policiais que fazem a segurança de nosso país e nosso estado.

Os últimos dados revelam que São Paulo para atender o que preconiza um estudo da ONU, que é de 450 pessoas para cada policial, o estado terá que incorporar mais 20 mil policiais militares em seu efetivo.

O Maranhão apesar de em 31 de outubro de 2018 tem aumentado em mais 1105 policiais em seu quadro,é seguramente o pior estado em número de policiais por habitante. Segundo esses mesmos dados o Maranhão precisaria contratar 7.384 policiais, quase o total do efetivo atual que é de 7.709 policiais.

O Maranhão com 7.035.055 habitantes, tem segundo dados do IBGE de 26 de julho de 2019, 2.135 policiais civis,o que representa 1 policial civil para cada 3.295 habitantes.

Com os olhos voltados para essa realidade, entende-se o porque das dificuldades em dar respostas para a sociedade sobre elucidação de crimes em nosso estado. Se o número de policiais civis é assim tão pequeno em relação as nossas necessidades, imaginem os equipamentos que essa mesma policia dispõe para ajudar nas investigações.

Voltando ao assunto do título.

No período do carnaval, e no festejo, um forte esquema de segurança se instala em nosso município, dificultando as ações da bandidagem. Depois nos outros períodos, os assaltos, roubos e furtos são mais frequentes, porque o número de policiais é reduzido, e infinitamente inferior as nossas necessidades.

Esperamos que com essa medida provisória que aprova a venda de bens móveis e imóveis de traficantes possam destinar recursos para aumentar o número de policiais em todo território nacional, bem como equipamentos de ultima geração para que as análises das provas sejam mais científicas e tecnicamente mais apuradas.

A partir de amanhã, Vargem Grande volta a sua vida normal, que infelizmente é a vida da vulnerabilidade aos delitos, não por falta de vontade dos profissionais que ali trabalham, mas pela ausência de um maior número de pessoal que possa atuar no combate a criminalidade como é desejo de todos.

Conhecendo essa realidade, não vamos poder nos deixar enganar com falsas promessas de campanha. Nas quais, tudo é resolvido como num passe de mágica. E fica só na promessa e na magia

Hoje na História:Estreia o Jornal Nacional, da Rede Globo

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No dia 1o. de setembro de 1969 acontecia a estreia do Jornal Nacional, telejornal brasileiro produzido e exibido pela Rede Globo. Exibido no horário noturno, de segunda-feira à sábado, é um dos telejornais mais assistidos e renomados do país, com a conquista de vários prêmios ao longo da sua existência. Os primeiros apresentadores foram Hilton Gomes e Cid Moreira. O JN foi o primeiro programa gerado no Rio de Janeiro em rede nacional, através da Embratel. Na época, o telejornal era o único programa da recém-criada TV Globo, exibido via satélite, entre 19h45 até 20h15. Cid Moreira apresentou o Jornal Nacional até 1996. Hilton Gomes ficou na apresentação até 1971, quando foi substituído por Sérgio Chapelin.

Imigrantes são explorados na Ilha

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A maioria que procura de trabalho afirma que está sendo vítima de exploração por parte de quem a contrata.

Por: Samartony Martins01 de Setembro de 2019

O drama dos venezuelanos refugiados em São Luís ganhou mais um capítulo. A maioria que procura de trabalho afirma que está sendo vítima de exploração por parte de quem a contrata. A denúncia foi feita à reportagem de O Imparcial por um grupo de dez venezuelanos que estão morando em quitinetes desde o mês de junho, no bairro do Recanto dos Vinhais. Hoje, eles contam com o apoio de um grupo de amigos da Sociedade de Estudos Espíritas Fraternidade (SEEF) que estão tentando recolocá-los no mercado de trabalho para que possam resgatar a sua autoestima que foi subtraída ao saírem de sua terra natal em busca de melhores condições de vida.

Foi vestido com a camisa da seleção da Venezuela que o refugiado Arnoldo Velasquez, de 39 anos, contou todo o seu drama. Em São Luís, há dois meses e meio com a esposa e a filha, ele revelou que saiu do seu país de origem por conta da crise econômica que o país está vivendo. Arnoldo Velasquez disse que quando morava na Venezuela trabalhava como fiscal de obras públicas em construtoras.

Eu vim para o Brasil primeiramente para ajudar a minha família. Meu pai e minha mãe continuam lá na Venezuela. Graças a Deus, eu consegui chegar aqui com a ajuda de amigos. Ando procurando trabalho urgentemente. Há quatro anos, a economia no meu país começou a declinar e os preços começaram a ficar muito elevados. As coisas variavam de preço diariamente. Todos os dias o câmbio sobe. O que dificultava até comprar produtos para se comer. A situação chegou a tal ponto que ficou insustentável. Por isso, resolvi tentar a sorte no Brasil

Revelou  Arnoldo Velasquez que morou por seis meses em Roraima e trabalhando em uma serralheria.

Arnoldo Velasquez disse que a sua primeira decepção foi ter trabalhado nesta serralheria junto com a esposa e não ter recebido o salário combinado. E que foi com muito esforço que conseguiu juntar dinheiro para mandar buscar a sua filha.  Ao chegar aqui na ilha, Armando, após muita procura,  conseguiu um emprego em uma espetaria. Mas ele revelou que saiu de lá porque não havia nenhum tipo de garantia, e, além disso, o horário era complicado, pois chegava por volta das quatro horas da tarde e saia as duas horas da madrugada sem direito a condução para levá-lo com segurança em casa  e o que foi oferecido era muito pouco. Arnoldo Velasquez contou que trabalhou por duas semanas e recebeu apenas R$ 180 e ainda ficou com a sua carteira de trabalho retida.

Em busca de sonhos e oportunidades
Quem também está passando pela mesma situação é o venezuelano Rafael Farias, de 54 anos. Formado em economia, antes de vir para o Brasil, ele trabalhava na Venezuela em um escritório. “A situação na Venezuela está muito difícil. Vim para o Brasil porque aqui as portas se abrem mais fácil do que os outros países da América Latina. Estou há um ano no Brasil. Primeiro morei em Boa Vista, em Roraima onde há muitos venezuelanos assim como eu a procura de trabalhos e oportunidades, mas está tudo saturado. Depois fui para Manaus onde trabalhei de tudo um pouco. Vim para o Maranhão porque estou procurando algo melhor para mim e minha família. Meus filhos estão na Venezuela e eu preciso de dinheiro para mandar para eles”, contou Rafael Farias.

O venezuelano ressaltou que a situação política que está influenciando na economia da Venezuela, também contribuiu para a sua decisão de sair do país. “A Venezuela é muito rica. Temos muitas riquezas minerais, temos um povo que é trabalhador, mais o país entrou em crise. No meu país não há inflação. Há hiperinflação. Você trabalha um mês forte, e quando recebe o seu salário só dá para comprar um frango e um pouco de arroz, e não dá para mais nada. Por isso, a nossa gente está desesperada, fugindo para a Colômbia, Brasil, Equador, Chile, e Argentina. Quem tem um pouco mais de dinheiro também está viajando para a Espanha e outros países da Europa. Essa crise está atingindo mais de 5 milhões de venezuelanos. A situação é muito difícil. Muito complicada. Estamos precisando de trabalho, mas aqui estão oferecendo empregos por pouco dinheiro. O que queremos é uma oportunidade para reerguermos nossas vidas ”, lamentou o refugiado que chegou a trabalhar como vigia em um posto de gasolina no Bairro do São Francisco, mas quando descobriu que ganharia R$ 50 por noite desistiu.

Questionado sobre qual o seu sonho, Rafael Farias disse que sonha ver o país que nasceu e viveu a sua juventude de volta a sua normalidade. “Penso em retornar para minha terra. Mas o momento não permite. Não tem sido fácil para nenhum de nós refazer as nossas vidas em um país que não é seu e não fala a sua língua”, disse Rafael Farias explicando que cerca de 500 pessoas atravessam a fronteira do Brasil pela cidade de Pacaraima.

Mulheres também sofrem com a situação
A venezuelana Gildete Gomez, de 23 anos, foi outra refugiada que abandonou tudo na Venezuela para aventurar uma nova vida no Brasil. Ela que trabalhava em uma loja de confecção, explicou que veio para o Brasil por conta das dificuldades que estava passando. “A situação econômica está muito forte. Não há dinheiro para gente se alimentar. Eu também saí de lá por conta do meu problema de saúde. Eu tomo uma medicação controlada. E lá os hospitais não estão oferecendo este remédio que já se esgotou e não tinha previsão de quando ia chegar. Então resolvi arriscar e vir para o Brasil”, contou ela sem revelar o problema de saúde.

Gildete Gomez contou ainda que o seu maior obstáculo quando atravessou a fronteira para o Brasil, sentiu dificuldade com a língua, pois não entendia e nem falava o português.

Meu maior impacto foi quando eu entrei no Brasil e que era um outro idioma bem diferente do nosso, mas com o tempo aprendi a compreender e falar melhor. Meu sonho é ter um trabalho para que eu tenha uma estabilidade financeira para comprar uma casa e viver com dignidade com a minha família, pois quero dar um futuro para a minha filha de três anos.

Já a venezuelana Auvex Hernandez, 39 anos, disse que também veio para o Brasil por conta da crise econômica no país vizinho. Ela está no Brasil com o marido e seus dois filhos, e deixou um outro de 21 anos com seus familiares. Auvex Hernandez contou que trabalha na área de construção e que também está atrás de uma oportunidade. Ela contou que chegou a trabalhar como diarista em uma casa, mas desistiu porque além do trabalho de limpeza que foi contratada para fazer teve que também lavar, passar, cozinhar e até dá banho no cachorro. Com duas semanas de trabalho, ela resolveu desistir porque se sentiu muito explorada. “Eu sei que estou precisando, mas não preciso ser humilhada pelo fato de estar fora do meu país. O que nós estamos querendo é ter um trabalho digno para que a gente possa ajudar a nossa família que ficou na Venezuela. Espero que as pessoas se sensibilizem com as nossas histórias, pois precisamos de um trabalho para alugamos uma casa e colocar a minha filha de seis anos para estudar, pois ela está fora da escola”, disse ela em tom de tristeza.

A reportagem apurou ainda que o contato com os venezuelanos aconteceu quando os espíritas estavam realizando a distribuição de sopa, e os mesmos se aproximaram para receber o alimento. A partir daí, fez-se o vínculo. O grupo providenciou quitinetes para eles e, com ajuda de doações de amigos e familiares, conseguimos mobiliar com o básico. Hoje estão distribuídos em quatro quitinetes.