Desprezível, presidente do Instituto Lula trata velório do pequeno Arthur como “Festa”

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Eles verdadeiramente se acostumaram com festas.

Para a claque petista, durante 16 anos tudo foi motivo para comemoração.

Mesmo velórios, representavam momentos de algum regozijo.

Celso Daniel, Eduardo Campos, Marisa Letícia e, mais recentemente, o próprio Vavá, irmão de Lula, foram casos tratados sem qualquer respeito por aquele que se foi e até efetivamente ‘comemorados’.

Assim, Paulo Okamotto, bate-pau de Lula, presidente da arapuca denominada Instituto Lula, durante o velório do pequeno Arthur, foi traído pela maldita língua e tratou o evento fúnebre com ‘festa’.

Lamentável!

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