VICENTE LIMONGI NETTO Mentirosos sabujos de Darcy

Darcy Ribeiro não fundou a UnB coisíssima alguma. Os venais patrulheiros espalham mentiras que vão pegando, prejudicando a legítima história dos fatos e do próprio Brasil. Na Biblioteca Central da UnB tem fita gravada e a transcrição da conferência de Ciro dos Anjos, ex-secretário particular de JK, realizada no auditório da Reitoria, em que relatou, mais uma vez, os fatos que alguns pretendem negar. Vitor Nunes Leal, ex-ministro do STF, que também confirmou a versão ao ex-reitor José Carlos Azevedo, havia pedido demissão da chefia da Casa Civil de Juscelino e sabia que o presidente queria a sua volta. Chamado por JK para procurá-lo, passou antes no escritório do também ex-ministro do STF, Osvaldo Trigueiro, que confirmou essa história, relatando sua preocupação de receber um convite irrecusável de Juscelino. Trigueiro aconselhou-o a iniciar a conversa sugerindo a JK a criação de uma universidade em Brasília, medida inaceitável para o presidente. Leal lembrou-lhe que o epitáfio escolhido por Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos, que está em sua sepultura em Montebello, diz o seguinte:”Aqui jaz Thomas Jefferson, autor da Declaração da Independência Americana, do Estatuto da Liberdade Religiosa na Virgínia, e pai da Universidade de Virgínia”.Não menciona ter sido presidente dos EUA. JK chamou Ciro e deu-lhe a missão de elaborar os atos da criação da UnB, cujo marco inicial foi o radiograma de JK ao ministro da Educação, Clóvis Salgado, datado de 2 de abril de 1960: “Ministro Clóvis Salgado, a fim de completar panorama cultural nova capital não posso deixar de fundar a universidade de Brasília, portanto, peço estudar plano e redigir mensagem a ser enviada ao Congresso tendo em vista desse objetivo pt precisamos porém criar universidade em moldes rigorosamente modernos pt gostaria remeter mensagem congresso dia 21 abril ptsds JK”. Não tem amparo nos fatos e é rigorosamente falso atribuir a Darcy Ribeiro a iniciativa de criação da UnB. Foi Juscelino quem a teve e determinou todas as providências para criá-la. Foi Clóvis Salgado que as levou a bom termo. Na comissão criada, em que Darcy era o único sem curso superior, seu papel foi secundário. De secretário, talvez. Quem se interessar em detalhes, pode consultar, além do depoimento de Ciro dos Anjos, na biblioteca da UnB, o de Clóvis Salgado, e historiadores da Universidade Federal de Minas Gerais, com perto de 10 horas de duração, que integra o projeto “História Viva” daquela universidade. Em artigo na Folha de São Paulo de 15 de setembro de 1986, na sua costumeira vesânia, Darcy afirmou ser o fundador da Universidade Nacional da Costa Rica, mas nesse país não há tal universidade. Há apenas a localizada em Heredia, fundada em 1970, pelo padre Benjamin Nunes Gutierrez. Jamais revelaram por que Darcy Ribeiro, que nunca conseguira entrar em uma universidade e nem possuía curso superior, integrou a comissão instituída por JK. Ciro dos Anjos, nascido na cidade em que nasceu Darcy, Montes Claros, Minas Gerais, insinuou que lhe cabia a explicação por tê-lo incluído na comissão e sugerido seu nome para reitor quando não havia candidato a esse cargo e a UnB só existia no papel.Repúdio ao monte de asneiras de um ordinárioAinda a propósito da artiguete  de um imbecil, verme sem  cérebro,  porco  e jumento, no Diário do Poder criticando militares e o reitor José Carlos Azevedo, gostaria de salientar alguns pontos: 1) É cômodo, hipócrita e covarde acusar Azevedo, que já não pode se defender.  Porque o patife não jogou as patas imundas em Azevedo quando ele ainda estava entre nós? Porque é um fanfarrão, otário, recalcado e venal:   2) O verdadeiro bom senso e a exemplar isenção ensinam que a Universidade é local para estudar e trabalhar e não para fazer badernas. Quem agora chora pitangas porque foi punido com a expulsão pelo reitor Azevedo, deveria pedir canonização ao Vaticano. O reitor Azevedo apenas cumpriu com seu dever e obrigação. Azevedo sempre foi justo e rigoroso em seus atos. Se expulsou alguém é porque mereceu; 3) Ordinários  da  casta e pura patrulha insistem em tentar diminuir as qualidades profissionais de José Carlos Azevedo chamando-o de capitão de mar e guerra da Marinha. Por má-fé, burrice e cinismo, esquecem de destacar  que Azevedo também era graduado pelo M.I.T.(Massachusetts Institute of Technology) em Mestre e Doutor em Fisica, Mestre em Engenharia Nuclear e Mestre e Arquitetura e Engenharia Naval.Não é preciso raciocinar muito para constatar, portanto, que os desafetos de Azevedo não tinham e não têm gabarito intelectual para insultá-lo nem colocar em dúvida sua competência; 4) Por fim, Azevedo deixou a UnB sem dívidas e respeitada no Brasil e no exterior. Cresçam mentalmente e espiritualmente antes de tentar manchar a marcante e respeitada trajetória profissional de José Carlos Azevedo.   O saudoso e competente Azevedo já merecia um busto ou uma estátua, na UnB . Ainda não tem porque não  aparece  ninguém, com isenção, grandeza e espírito público dentro da UnB para autorizar a iniciativa. Pobres diabos.Por fim, entre  as dezenas de pessoas que repudiaram o texto infame, ridículo e covarde do beócio vulgo Cunha de tal,  destaco 3 deles: Vianei João: “…De onde apareceu essa coisa? Ainda por cima esse biltre defende o aborto. Aqui não! Vá prá Cuba que o pariu! Estragou meu dia logo cedo. Pensei em me atualizar e o Diário do Poder me brinda com essa M!”; José luiz Simões: ” Mais um jornadalha esquerdopata mentacapto e parasita sem um pingo de caráter!”; Afonso Melo: ” Esse sr. dizer que lutavam pela liberdade só pode ser má-fé. Texto eivado de estupidez”.Mourão exalta a zona francaHomenageado em Manaus, na Federação das Indústrias do Amazonas, o cordial e simpático  vice-presidente Hamilton Mourão foi categórico ao afirmar que a zona franca é prioridade do governo Bolsonaro.  Boas falas.Ratos nas redes e nos impressosAlguns ratos de esgoto rasgaram a bunda imunda,  maltrapilha e muito dada,  na tentativa de desqualificar meu artigo anterior. Coitados. Paridos na sarjeta, fedem mais do que lixo hospitalar. Estou me lixando para os recalques deles. Vão apodrecer na sarjeta do ódio.Outro verme sem cérebro, Juca Kfouri, como de hábito acordou azedo e infeliz. Prometeu, então, ao espelho quebrado que tem em casa, que vai consultar um outro psiquiatra. O mais recente desistiu. O médico foi seco e cruel com o estrume ambulante: “Kfouri, você é caso perdido e irrecuperável. Vai vender banana na avenida Paulista!”.  Há pouca chance de salvar a alma podre do rebotalho da crônica esportiva. Todos os poros do asno  estão inchados de inveja. Inveja de homens.A pior delas.  Inveja e raiva dos dirigentes da CBF que não lhe dão nenhuma importância.Inveja dos que trabalham pelo futebol. Inveja dos que dormem em paz. Com a consciência tranquila. O contrário da existência de Kfouri.    Que segue ordens do diabo asqueroso e torpe que carrega no coração.( disse coração? Vá lá, vá lá, vá lá).  Juca tem  espírito fraco, Chora acreditando  que  no fundo do coração ainda tenha um pouco de decência.  Será? Os  editores da Folha de São Paulo  ainda acreditam em papai-noel.

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