Polícia prende ‘empresário’ e comparsas por envolvimento com tráfico de drogas em São Luís

Em operação de combate ao tráfico de drogas, a Polícia Militar prendeu, no fim da tarde de sexta-feira (3), três envolvidos com o tráfico de drogas e apreendeu cocaína e crack, em São Luís.
O principal alvo da operação, Leonilson Pinheiro Gomes, conhecido como “Pichito”, residente no bairro Liberdade, que comandaria o tráfico na região do Residencial Santo Antônio, na região do Maracanã, foi preso em sua loja, a NH Gesso e Vidros, na Avenida Jerônimo de Albuquerque. Segundo a PM, ele guardava e comercializava entorpecentes na loja.
Para não ser preso, “Pichito” tentou subornar os policiais, proposta rechaçada de pronto pela equipe, que confirmou a prisão.

No local, além de “Pichito”, foram presos Wellington dos Santos Nascimento, de 58 anos, residente no bairro Liberdade; e Mayara Veras Cardoso da Silva, de 28 anos, residente no bairro Jaracaty. Eles estavam com 250 gramas de pasta base de cocaína.
Após ser questionado, “Pichito” disse que não tinha droga, mas que Mayara teria 500 gramas de crack. Ela confessou que a droga estava em sua residência, na gaveta do guarda-roupa, no Jarcaty. Os PMs se deslocaram à residência e fizeram a apreensão da droga. A mãe de Mayara, Elenice Veras Sousa, de 48 anos, e a irmã, Mayara Veras Cardoso, de 27 anos, também foram conduzidas apenas por estarem no local do flagrante.
Na operação, os PMs apreenderam:- 01 barra de aproximadamente 250g de cocaína;- 01 uma barra de aproximadamente 500g (meio quilo) de crack;- 02 relógios;- 01 aliança dourada;- 03 celulares, sendo 2 Samsung e 01 Motorola;- 02 cartões poupança da caixa;- 01 cartão do banco Itaú;- 02 RG;- 02 brincos dourados;- 01 CRLV;- R$ 72,00 em espécie- 01 sacola da Riachuelo com documentos;- 01 chave de carro Renault- 01 cordão dourado com pingente
Todos os presos, drogas e materiais apreendidos foram apresentados no Plantão Central do Cohatrac. Eles responderão por tráfico de drogas.
“Pichito” responderá, ainda, por crime previsto no artigo 333 do CPB (oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício: Pena – reclusão, de 1 (um) ano a 8 (oito) anos, e multa).

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