A voz do Alencar

Inicio falando de um esquerdopata doente que foi assessor do “Ogro Encarcerado” e que por décadas viveu à tripa-forra sustentado por uma mesada que do bruto recebia, até que um dia o Capitão acabou com sua farra, retirando suas mãos sujas dos cofres públicos. Por este motivo, ao final da tarde de todo santo dia, destila um “veneno brabo” contra Bolsonaro pelas as Ondas FM de uma rádio vendida ao execrável “Sistema Goebells de Comunicação”. Seu nome não é relevante, prefiro comentar a advertência de um amigo que conhece bem a “figuraça” e que comigo estava quando fomos surpreendidos por sua voz num noticiário de alcance nacional. Aí, então, entre o revoltado e o enojado, me pediu com toda ênfase: amigo tira esse “Moleque de Alencar” daí! Este pulha de Lula, não vale o que come nem muito menos que se perca tempo ouvindo suas covardes detrações!

Trago este incidente à colação não em face de qualquer importância que se possa atribuir àquele tipo de medíocre trajetória, mas para dar um pequeno exemplo do conceito de que a imprensa hoje goza junto à maioria do povo deste País. Antes de atender ao pedido do velho amigo ainda ouvi o vagabundo gritar no dial da rádio deixando transparecer um ódio incomum, que o Capitão era um tosco, um ordinário sem compostura que desrespeitando o cerimonial e a liturgia do cargo ultrajava a função que ocupa, além de ser um mentiroso contumaz disposto a enganar o povo ao propagar que a classe política vinha tentando impedir as reformas que luta para implantar, chantageando-o com pedidos de cargos e de verbas, tanto quanto igualmente acusa os intelectuais de esquerda, as corporações e os corruptos apeados do poder de estarem determinados a lhe impedir de governar. Dizia que tudo isto é infamante.

Aqui, abro um parêntese. A propósito dos assuntos relativos à falta de compostura e à afronta à liturgia da função presidencial gostaria de ouvir daquele patife – e de alguns idiotas que insistem em debochar do Capitão – o que eles diriam de uma foto que rodou o mundo afora, do “Ogro” quando era Presidente do Brasil, ao lado da Dilma nos salões de Davos na Suíça sentado de frente com cara de bêbado, descabelado, com as pernas abertas e todo urinado. Mas vamos em frente.

O Movimento Revolucionário Popular de 2018 – MRP 2018 – derrotou sobretudo a imprensa brasileira, mormente sua parte canalha e adesista de muito tempo, qual seja quase toda ela. Considero que este segmento foi sempre um dos grandes culpados das condições atuais do país, mais do que as forças políticas que o dominavam em proveito próprio. Com desgosto registro que, diferentemente dos países desenvolvidos, nossa imprensa tradicional é covarde, corrupta, venal e apátrida, porém nos acalenta agora a “Rede Mundial de Computadores” que abriu uma nova estrada, um novo caminho onde estão ganhando força, crédito e confiança da Nação Verde e Amarela as mídias eletrônicas, como é o caso desta independente e corajosa Tribuna. Avalio como sofrem envergonhados com isso os jornalistas dignos, como por exemplo: Claudio Humberto, Alexandre Garcia, Arnaldo Jabor, William Waack, Caio Copolla e raros outros.

A extrema imprensa esconde despudoradamente o muito que o atual governo vem realizando e propondo nestes poucos mais de 100 dias de empossado. Tudo quanto sirva para tentar desmoralizar e difamar aqui e no exterior, Bolsonaro, sua família e sua fantástica equipe ministerial é logo virilizado de forma sorrateira, perversa e insidiosa. Quem dos caros leitores já não recebeu pelas redes sociais, uma matéria qualquer que denuncia, sem equívoco e com clareza, um roubo, uma malversação, um desfrute ou uma falcatrua praticada pela esquerda delinquente e pela direita usurpadora, no tempo em tinham o poder nas mãos, com a advertência no sentido de que devem divulgar incontinenti antes que sejam retiradas do ar ou legendadas pelo conhecido jargão: “isto você não vai ver na Globo Lixo ou na Foice de São Paulo”?

A explicação para aquele condenável procedimento é uma somente. A imprensa brasileira não sobrevive em virtude de seus méritos ou do mérito e dos talentos da grande maioria de seus profissionais medíocres e vendidos até a medula. A chamada grande imprensa se habituou a viver dos cofres públicos e a ser sustentada pelos políticos no poder que tiveram sempre que aderir, incensar e proteger garantindo o fluxo de dinheiro público para suas algibeiras. Os carteis e conglomerados que compõem a imprensa tradicional, tendo concorrido efetivamente para o caos em que o Brasil foi atirado por comparsas na classe política abjeta percebeu a chegada inevitável desta Nação à beira do precipício. Por mero instinto de autopreservação ou de sobrevivência enxergou que as quadrilhas de Lula a Temer estavam irreversivelmente fumadas e que outros vendilhões da Pátria tinham que por eles serem procurados. Servia qualquer um, menos aquele que lhes colocaria no seu desprezível lugar de solertes sanguessugas desta “Terra Brasillis”. O povo percebeu a tempo e os enfrentou destruindo sua maior arma: o monopólio da comunicação e, por conta própria, esbofeteou a impressa escrita, falada, televisada e suas vozes mais difundidas deixando-as com cara de taxo e elegeu o Capitão, em dois turnos, ou seja, primeiro deu-lhes um tapa no frontispício ou em suas esquisitas carantonhas e depois um “uppercurt” de baixo para cima que os levou ao “knockdown”. A luta deles não é ideológica; é por dinheiro. Assim, eles têm motivos de estarem furiosos e como são covardes tramam e urdem diariamente para melar o jogo. Como já avisei anteriormente nesta tribuna: vão morrer secos!

Não se combate o capeta invadindo seus domínios porque lá o tinhoso manda e há muito tempo, diz o ditado popular. A melhor forma de combatê-lo é criar fortalezas onde o mau não possa se estabelecer ou se propagar. As redes sociais são agora nossos fortes seguros contra aquela gente do mal.

Quando culpo a imprensa tradicional por ser uma das grandes responsáveis pela situação em que nos encontramos não exagero, não cometo injustiça e muito menos ataco a liberdade de informar. Ao contrário, quero preservá-la integra, correta, isenta, imprescindível que é para uma nação livre. Avaliem se, desde 1985, os governos civis que nos traíram e desgraçaram nossa gente fossem patrulhados, perseguidos ou fiscalizados como agora a extrema imprensa procede em relação ao governo atual. Com toda certeza o roubo no Mensalão não teria sido tão grande, tanto quanto o rombo na Petrobrás, nos Correios, na Eletrobrás, nos fundos de pensões e em outros órgãos da administração direta ou indireta, um dos quais ao final deste artigo deixarei mais do que evidenciado. A titulo de um pequeno exemplo ficará escancarada a malversação de dinheiro público, lá no norte de Minas Gerais.

Além daquilo tudo, se a imprensa tivesse cumprido sempre sua nobre missão, estou (e comigo também os patriotas) certo de que: FHC e sua trupe de “falsos comunistas arrependidos” não teriam tanto sucesso em esquerdizar a Nação Brasileira, colocando-a de joelhos ante o “Foro de São Paulo”; Lula e Dilma nem eleitos seriam e se fossem não nos roubariam tanto; Temer não chegaria à Presidência e a grande maioria da banda podre da política nacional ou o lado negro do Judiciário não seria levado ao poder.

Muito poderia a grande imprensa fazer pelo Brasil em retribuição a tudo que suga sem dó, direta ou indiretamente, do suor da população mais carente cativa de seus meios de comunicação e de entretenimento. Entretanto, preferiu tapar a visão e impedir a conscientização de nosso povo com o enorme crepe negro da desinformação, da dissimulação e da mentira tecido por seus meios de comunicação de massa, visando a vender boa e segura proteção para aqueles que destruíram o Brasil. Vou perguntar novamente, como a todo tempo faz o cidadão comum ao repassar uma escandalosa matéria denunciando mais um roubo ou uma malversação de dinheiro publico na era petista: você viu isto na Globo ou em qualquer meio da grande imprensa? Não! Então assista ao vídeo no seguinte endereço e se revolte mais uma vez, https://www.youtube.com/watch?v=aLkCU9sDKKg.

Na medida em que os “Moleques de Alencar” do pedaço escamoteiam a verdade, por inconfessáveis interesses, nós a divulgaremos com paixão à Pátria. Derrotamos oestablishement uma vez. Com punhos democráticos nocauteamos a vermelhada e a imprensa parasita nesta Terra de Santa Cruz. Não foi movimento social algum que nos liderou. Não foram os aliados de última hora do Capitão que nos convenceram, nem foi por qualquer aliado dele que lutamos em 2018. Foi o projeto Bolsonaro que nasceu de dentro do coração deste povo sofrido e enganado que derrotou a corja imunda que nos destruiu. De quando em vez temos que mostrar nossa cara nas ruas e nas praças do Brasil sem medo de ser esfaqueados, como ocorreu com o Capitão em Juiz de Fora. Bolsonaro é agora o povo e o povo é o velho Bolsonaro. No próximo dia 26 de maio vamos gritar isso por todo território nacional, para que os malditos de sempre não ousem tentar nos roubar a esperança.

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