Lobby das distribuidoras tenta usar a Câmara como palanque contra venda direta

As distribuidoras não passaram de atravessadoras que apenas fazem aumentar o preço final do combustível para o consumidor.Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no Whatsapp

As distribuidoras de combustíveis, que atuam como atravessadoras, tentam dar demonstração de força, usando aliados na Câmara para tornar uma “audiência pública”, na Comissão de Minas e Energia, uma espécie de palanque contra a venda direta de combustíveis aos postos. É a reação dos atravessadores à decisão que Jair Bolsonaro tornou pública de autorizar a venda direta para reduzir o preço do combustível. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O setor de distribuição torna o combustível bem mais caro, que em muitos casos dobra de valor. Pior: sem produzir uma gota de nada.

Bolsonaro explicou o absurdo que obriga o etanol “viajar” horas para ir e voltar do distribuidor e abastecer o posto próximo à porta da usina.

O caminhão vai aos distribuidor apenas para trocar a nota fiscal por outra, de valor bem maior, e seguir para entregar o produto ao posto.

Atravessadores reagem também a várias decisões judiciais, ao Cade e a parecer técnico da própria Agência Nacional do Petróleo (ANP).

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