Capitular? Jamais

José Mauricio de Barcello

Foi por pouco. Passou perto desta vez. Tal como em 08 de julho de 2018, quando um Desembargador petista tentou libertar Lula, atendendo a um plano criminoso de seus advogados e seguindo na mesma linha de tantas outras solertes tentativas, o Supremo de Toffoli, Gilmar, Lewandowsk e Marco Aurélio neste último 25 de junho quase colocou em liberdade o maior ladrão da coisa pública da história contemporânea. Sob o aspecto técnico jurídico as possibilidades de se libertar o “Ogro Encarcerado” eram iguais a zero. Contudo quando pela undécima ou pela milésima vez a esquerda delinquente, ainda muito endinheirada, tenta por meio de suas longas mãos alcançar essa petulante façanha isto assusta, desestabiliza e atemoriza os homens de bem prejudicando a reputação do Brasil no exterior, justo nesta hora em que a Nação precisa demonstrar para o mundo toda estabilidade e toda segurança de um País que quer se habilitar aos trilhões de dólares de investimentos estrangeiros, ávidos de um lugar sério para aportar tanto capital.

Por conta disso, também, é que a libertação do bruto representaria uma derrota mais do que emblemática para a sociedade brasileira. Neste passo cabe um parêntese. Ponderem. Tem tanto bandido do colarinho branco preso (Zé Dirceu, Cabral, Cunha, Vaccari, Geddel, etc) e bem preso. Porque, então, essa loucura ou qual a causa dessa doentia obsessão para libertar o “Ogro Petista”? Será por que só ele tem a senha da grana que ainda está escondida no exterior?

Todavia, não nos deixemos enganar. A soltura do patife-mor, preso em Curitiba, não é definitivamente o grande problema do Brasil nem é o grande objetivo da vermelhada. A liberdade de Lula é tão somente uma das ações nefandas que os poderosos apeados do poder querem pôr em prática para retornar ao sistema corrupto, destrutivo e desumano que dominavam. Os contras querem e precisam, como ar para respirar, de: a) cercar Bolsonaro dentro do Planalto; b) imobilizar suas iniciativas e destruir suas propostas no nascedouro; c) bloquear suas mensagens no legislativo; d) judicializar suas proposições no STF e, com o apoio da extrema imprensa, destruir e desacreditar o Capitão junto ao povo.i

Tirante aí uns ladrões mequetrefes da laia de Gleise Hoffmann e caterva ou sabujos do “Analfa de Garanhuns” do tipo Amorim, Falcão ou Lindbergh, a vermelhada raivosa e doente a rigor não quer ver aquele abjeto e decaído psicótico que os dominava com mão de aço e muita grana, solto novamente. Esta situação me faz recordar a objeção ferrenha de Ulisses Guimarães e de seus comparsas que lutaram contra a anistia proposta pelos revolucionários de 1964, para evitar que os fujões FHCs e Brizolas da vida (exiliados uma ova) retornassem ao País porque sabiam que muitos não se reelegeriam com o retorno dos arqui-inimigos do Brasil, que acabariam por surrupiar seus votos. Agora também, Ciro, Boulos, Moulon, Feghali e outros porcarias semelhantes não querem Lula solto porque eles próprios almejam tomar o poder e botar a mão nos cofres públicos. Com Lula a grana fluía, porém a conta-gotas e somente em troca de muita vassalagem. Imagino que não haja novidade alguma nisto que falo. Segundo alguns grandes analistas das Forças Armadas, um interesse real em um Lula fora do xilindró só tem mesmo a banda podre do Supremo que sonha com a volta dos tempos em que, sem esforço algum, recebia, desviava, malversava e se locupletava do dinheiro do povo, sempre escondida atrás de suas capas pretas.

Quem está sublevando a ordem
e o progresso é o legislativo
que trama diariamente
para que o Brasil não avance

Este é o cenário que se apresenta no momento e que configura o grande drama vivenciado pelos patriotas nesta hora. Não há um só homem honrado neste País que possa dizer, com honestidade, que ignorava o que iria acontecer com a eleição do Capitão. Diante da fragorosa derrota que foi imposta à vermelhada pelo Movimento Revolucionário Popular de 2018 – MRP 2018 – aquela trupe imaginou que se Bolsonaro tomasse posse não ousaria governar sem o domínio das sociedades de bandidos travestidas de partidos políticos. Se nomeasse um ministério ao arrepio dos caciques ou dos chefes das tais quadrilhas não teria mais do que meia dúzia de parlamentares no Congresso inteiro para apoiá-lo. Se, com o apoio do povo, ainda assim conseguisse realizar alguma coisinha teria que guerrear diariamente para não ser emparedado ou “impichado”. Por fim, caso nada disso desse certo aterrorizariam o novo governo, desafiariam as instituições mais sólidas e confiáveis como as Forças Armadas e engessariam a máquina governamental até o limite da paralisia econômica e do aprofundamento do caos, provocando a desestabilização civil e a revolta popular, o que exigiriam uma inevitável intervenção visando à retomada da lei, da ordem e à instalação do progresso. O caos é iminente e a intervenção já surge como a derradeira saída. A rigor é tudo o que a esquerdalha quer e precisa para acusar de fascista e golpista o legítimo governo de Jair Bolsonaro. É isso que querem, pois é isto que terão.

Aqui vou me dirigir aos generais e lideres militares, que foram tão humilhados e perseguidos por FHC, por sua consorte comunista e por corruptos a eles ligados do tipo José Serra e só o faço porque espero que tenham aprendido a lição. Aquela gente ladra, desqualificada e petulante a cada dia que passa mais afronta o Brasil do bem. Não vai parar nunca. Desta feita, mercê de uma ação terrorista engendrada e vinda do exterior que comprometeu a “segurança nacional”, os contras cravaram nas costas de Sérgio Moro – o herói dos novos tempos – a mesma faca do ódio, da inveja e da vingança com a qual quase mataram o Capitão. Portanto, chega! Está na hora de dar o troco. Se render, jamais!

Não somos realmente como os americanos do norte, um povo beligerante, mas todas as vezes que o Brasil precisou de seus filhos eles não fugiram da luta. A última foi em 31 de março de 1964. Vamos repetir. Vamos outra vez – e quantas forem necessárias – dizer um não rotundo aos comunas, aos socialistas, aos corruptos, aos intelectuais da impostura, aos inimigos da família e da cultura judaico cristã, aos príncipes e nababos da máquina governamental, aos chupins do suor de nossa gente sofrida; aos deformadores de opinião e aos barões da comunicação, para que em definitivo entendam que basta de tanta ignomínia e desfaçatez nesta Terra de Santa Cruz. Os espertalhões do jornalismo mais abominável já enxergaram o que vem por aí e, em pânico, estão com grande dificuldade para explicar porque o povo – de quem todo poder emana – tem que se quedar silente enquanto os patifes manobram contra seus justos anseios e em detrimento do Brasil.

E pouco se me dá que digam que estou pregando sublevação da ordem ou conspurcando as instituições e afrontando a democracia. Não! Não sou eu quem está fazendo coisa alguma disto. Quem está sublevando a ordem e o progresso é o legislativo que trama diariamente para que o Brasil não avance. Quem desonra as instituições republicanas, principalmente as casas do legislativo e a mais alta Corte do País, são suas próprias facções mais negras e mais torpes que passaram a dominá-las. Quem afronta a verdadeira democracia são aqueles que se valem dos mandatos e das funções que o povo lhes concedeu para trair a vontade da maioria, tantas vezes brandidas de norte a sul do Brasil.

Logo que foi convidado para assumir a pasta da Justiça e da Segurança Pública, durante uma entrevista de rua, um desses “vagabundinhos” do jornal “O Goebbels” perguntou ao já consagrado paladino da Justiça, Sérgio Moro, se ele aceitando o cargo não temia ser acusado de faccioso ou de parcial por ter condenado e prendido Lula – “o pus da humanidade”? Com um leve sorriso de desdém o Juiz calou o “imbeciloide” dizendo: “quer eu aceite ou não vão falar isso de qualquer maneira” e, ato seguinte, deu as costas ao jornalista mal-intencionado. Pois bem, esta é a situação que agora se apresenta para os patriotas. Quer exijamos ou não o fechamento das instituições que estão mantendo o Brasil cativo da miséria e da fome dirão os contras, os bandidos e os vendilhões da Pátria que nosso objetivo sempre foi destruí-los. É verdade, pelo menos de minha parte sempre soube que aquela gente corrupta e perversa é contra o Brasil, isto é, contra os homens de honra desta Nação Verde e Amarela e que somente serão parados quando forem colocados a ferros. De outra maneira vão nos destruir.

Por derradeiro, mas não menos importante digo que se tudo não recomeçar agora no próximo domingo dia 30 de junho com o MRP2018 nas ruas vestido de Brasil, logo adiante virá e inevitavelmente acontecerá. Quanto mais demorar, mais a doença vermelha se alastrará pelo tecido social; mais desespero vai se impor aos desvalidos de Lula e Dilma, que nada mais têm para viver ou até dispor para ser enterrado; mais o Brasil vai se expor e ser humilhado perante a comunidade das Nações Livres e Soberanas e mais brasileiros de verdade, como o Capitão e sua equipe, serão alvo dos criminosos de Brasília, bem como das associações e das sociedades protetoras e sócias da bandidagem, aí inclusas as entidades que homiziam os advogados de bandidos e a imprensa profissional. Qual a saída que nos resta? É isto ou, então, capitular sem lutar.

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