Aborto

Eurico Borba

Sem muitas palavras, pois não há o que debater. Esse assunto de justificar o aborto é uma discussão idiota e velha. Havendo a fecundação de um óvulo por um espermatozoide, a partir desse momento há uma vida humana a ser protegida e promovida, um cidadão ou cidadã com direitos historicamente assegurados que, deixado quieto e seguro no útero da mãe, nove meses depois nascerá. Eliminar o embrião, em qualquer momento da sua natural evolução, é UM ASSASSINATO.

Não se trata de uma questão religiosa – trata-se de uma conclusão lógica.

Tal discussão só prospera num mundo como o nosso, intelectualmente medíocre, que exibe, cada vez mais, parte expressiva da sua população agindo de maneira irresponsável – a falsa noção da liberdade sem limites, movidos pela obsessão do prazer imediato – grupos progressivamente expressivos e ativos de mulheres e homens ignorantes, desvairados e cínicos.

Ensine-se como evitar a concepção, forneçam-se os meios para impedir a fecundação, mas tratemos de respeitar e proteger a sacralidade da vida quando ela se manifesta no útero de uma mulher.

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