Eleições para conselheiro Tutelar

A eleição é uma escolha, e ela pode ser boa ou má. Mas tudo depende de nós. Todos (as) pretendentes ao cargo de conselheiro tutelar, moram na mesma comunidade que o eleitor, e é ele, o eleitor, quem vai decidir, quem deve ocupar os cargos.

Como é a conduta do seu escolhido para conselheiro? Tem boa aceitação perante a sociedade? É uma pessoa com histórico de envolvimento com as políticas de proteção a criança e o adolescente? Ou é uma pessoa desempregada que você através do seu voto pensa ajuda-lo (a) por 36 meses, a ganhar um salário mensal de dois salários mínimos?

Das nossas escolhas depende muito o desenvolvimento do nosso município. O nosso escolhido para conselheiro, conhece integralmente, parcialmente, superficialmente ou não conhece o ECA? É bom conversar com ele (a) antes que as eleições aconteçam.

As vezes votamos em uma pessoa que é nossa amiga mas não está habilitada para o exercício daquele cargo, e aí, somos responsáveis diretamente pelo mal desempenho da sua função e consequentemente, das mazelas que ele ou ela patrocinarem no exercício da função.

Depois das escolhas e eleição, e quando o trabalho começa efetivamente, começam aparecer aqueles que julgam que não era assim que queriam que o seu eleito fizesse. Por essas e outras, é que entendemos que todos temos o direto as nossas escolhas, mas também devemos ser responsáveis pelas consequências dessas boas ou más ações dos nossos escolhidos, e não, transferirmos responsabilidades dos nossos atos, para outros que não tem nada com isso.

Uma feliz, escolha, uma ótima eleição. E fiquemos no aguardo das respostas para nossos questionamentos.

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