DEMAGOGOS E PARASITAS

Demagogos, parasitas e medíocres, alimentados pela torpeza, covardia e vingança, como os deputados Alessandro Molon e Jandira Feghali,  passaram meses xingando o deputado Eduardo Cunha. Tática idiota  com o objetivo de colher vantagens eleitorais  à custa do ex-presidente da Câmara na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro. Coitados. As pesquisas mostram que Molon e Jandira estão  na rabiola da aceitação popular. Lá permanecerão. Atolados nos 3%.  O eleitor carioca não é bobo. Vai eleger um candidato qualificado,  realmente interessado  em solucionar os graves problemas da população.  Em outros Estados o quadro é idêntico.  Deputados moluscos desafetos de Cunha     também serão derrotados sem dó nem piedade em outubro.  O fracasso eleitoral   aguarda por todos eles.  Corja de sacripantas. Vão cortar os pulsos ou, então, se jogar nos trilhos do metrô. A humanidade agradece.

 

Jornal francês é mentiroso e arrogante
Opinião do jornal “Le Monde”, ou de  qualquer outro jornal estrangeiro, sobre o impeachment de Dilma não tem nenhuma importância. Peso zero. Apenas servem de consolo para os adeptos de Dilma. Críticas do jornal francês não vão mudar os votos dos senadores favoráveis a saida da presidenta. Não preocupam, não sensibilizam nem intimidam os senadores. Nessa linha, creio que correspondentes dos jornais do exterior, incluindo o “Le Monde” deveriam se informar melhor, estudar mais, ouvir fontes mais isentas e qualificadas sobre temas relacionados com a vida brasileira. É feio e jornalismo ruim informar errado os leitores. Igualmente degradante para o próprio jornalista que manda a notícia truncada e também para o jornal onde trabalha.

 

Senadores histéricos e irresponsáveis
O senador Renan Calheiros fez muito bem em coibir, com firmeza e clareza, os excessos verbais e espetáculos de histerismo, cinismo e arrogância da combalida e melancólica bancada da chupeta, integrada por senadores defensores da presidenta Dilma. Senadores dilmistas exibem  shows de grosseria, petulância e falta de educação, contribuindo mais ainda para o desgaste da classe política junto a sociedade.  Os deprimentes senadores e senadoras dilmistas também mostram desrespeito com o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, que preside os trabalhos . Senadores dilmistas não ganharão no grito a guerra do impeachment. Perderão no voto. É o desejo da maioria esmagadora dos brasileiros.

 

Faz tempo que o jogo acabou para Dilma
Ninguém aguenta mais tanta demagogia, conversa fiada, cinismo e perda de tempo. Nem orações do Papa Francisco, em diversos idiomas, da janela do Vaticano, com transmissão ao vivo para o mundo inteiro, inclusive para  o planeta habitável próximo da Terra, que acaba de ser descoberto, evitará o impeachment de Dilma.

 

Pobre diabo Simon
Pedro Simon voltou . O  idoso falastrão  veio dos pampas para deleitar os brasileiros. Simon é craque em lorotas e conversa fiada.  Em entrevista ao Correio Braziliense( 22/ 8) sepultou de vez as esperanças de Dilma evitar o impeachment. Católico fervoroso,  bateu o martelo: “Pelo amor de Deus, ela é culpada”. Pelo jeito o ex-senador que não sabe o que fazer com as mãos, sonha com alguma boquinha no governo Temer.  Michel Temer  terá que prestar contas com os deuses da política, se não tiver o bom senso de escalar Simon para conselheiro do novo governo. É agora ou nunca para Simon. Tentou em vão ser ministro de Itamar Franco. Insistiu com Lula e Dilma. Necas. Talvez por isso, Simon não perca a mania de colocar defeito nos politicos. Claro, o Brasil não anda porque fazem tudo errado. Governantes não   seguem a bola de cristal do prolixo dom Pedrito. Sobrou farpas até para o ex-presidente Collor. “Foi um cometa, não sobrou nada dele”. Simon carrega mágoas de Collor. Até hoje não digeriu e tem pesadelos por ter sido chamado de parlapatão pelo ex-presidente, no plenário do senado. Collor é senador reeleito e Pedro Simon foi para casa, delirando pelo poder.

 

Bronca oportuna de Gilmar em Janot
Aproveitando o fim das olimpíadas, diria que no  arranca-rabo de Gilmar Mendes com Rodrigo Janot, o ministro é o campeoníssimo Blot e o procurador-geral é o melancólico nadador moleque Lochte Ryan. Aposto um picolé  se com a dura e oportuna bronca de Mendes, os sucessivos e torpes vazamentos  seletivos não  sairão bastante de cena.

 

A inteligência é vital!
É INACREDITÁVEL que a Presidente DILMA na sua última  e demagógica reforma ministerial, tenha extinguido o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), diante de tantos ministérios ociosos e improdutivos, justamente às vésperas das Olimpíadas. Além do mais, subordinou a Casa Militar a um civil. Quanta falta de assessoria e de sensibilidade!

Observe-se que na sua despedida do Palácio do Planalto, não se viu um único militar fardado a seu lado.

No afastamento de COLLOR, integrantes do Gabinete Militar o acompanharam até o helicóptero que o conduziu à Casa da Dinda, passando pela guarda em forma daqueles que não estavam empenhados na segurança pessoal e patrimonial.

O militar não serve a governos e sim ao País. A lealdade é um apanágio da carreira e uma de suas nobres virtudes. O soldado nada exige e nada pede, além do respeito. É por esta e por outras que desfruta de conceito invejável na opinião pública para descontentamento de muitos.

Assim que assumiu interinamente a Presidência da República, TEMER prestigiou os militares, recriou o GSI/PR e valorizou a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), grandes responsáveis pela garantia da segurança nas Olimpíadas, juntamente com as agências internacionais de informações, com as Forças Armadas, a Força Nacional, policiais civis e militares, e os órgãos de segurança pública estadual e municipal.

Desta feita, houve vontade política de todas as autoridades envolvidas  no megaevento para que os obstáculos fossem superados e as tão necessárias e eficazes medidas preventivas fossem adotadas.

Foi preciso AGIR com presteza e oportunidade para contornar vulnerabilidades que pudessem ser exploradas por criminosos e pelos “ratos solitários”.

Os governos de diferentes níveis superaram divergências e antagonismos, priorizando a segurança dos atletas, das delegações, dos turistas e da população. O mesmo ocorreu com as forças e com o pessoal envolvidos  em empreendimento de tal envergadura.

A segurança total é utópica mas as ações pré e pró-ativas reduzem os riscos.

O trabalho de todos os integrantes do sistema de  Inteligência é anônimo, sigiloso e discreto, devendo ser ressaltado.

A mídia  nacional e a internacional não pouparam elogios a tudo que ocorreu nas Olimpíadas, sempre destacando a tranquilidade propiciada por eficaz segurança.

Os Ministros da Justiça, da Defesa e do Esporte fizeram questão de agradecer a atuação de todos que, direta e indiretamente, contribuíram para o ambiente de normalidade nas inúmeras arenas esportivas e nos vários locais turísticos da cidade maravilhosa. E o Exército Brasileiro mereceu referência especial.

A solenidade de abertura das Olimpíadas foi exuberante. Na de encerramento, o Maracanã caiu no samba literalmente com a interação, no gramado, de atletas de diferentes nacionalidades demonstrando alegria incomensurável.

A nossa autoestima, combalida por problemas de toda ordem, aumentou e, na realidade,fomos medalhistas de ouro em termos de calor humano e de segurança.

Ficou mais uma vez comprovado que a Inteligência é de vital importância para o êxito de qualquer operação. (DIÓGENES DANTAS FILHO- Coronel Forças Especiais/Consultor de Segurança)

 

Canalhas insultam Marlen
Ratazanas das redes sociais jogaram as patas no correto e bravo jornalista Marlen Lima. São os canalhas e parasitas habituais que insultam e caluniam

quem trabalha com isenção. É a corja de covardes que se esconde atrás de nomes falsos. Que não honra as calças que veste. Marlen Lima é forjado em lutas. Segue as lições do pai, Manoel Lima, segundo as quais os homens de bem não se intimidam diante das ameaças e torpezas dos crápulas. Marlen  continuará prestando serviços ao jornalismo no aguerrido site Agência Norte. Doa a quem doer.

 

 

Limongi é jornalista.  Sócio da ABI há 40 anos. Trabalhou no O Globo, TV-Brasilia,  Última Hora de Brasilia, Confederação Nacional da Agricultura, Universidade de Brasilia e na Suframa. é servidor aposentado do Senado Federal.

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