Acusada de assaltar motoristas de aplicativo é presa em São Luís

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Nesta quarta-feira (13), a Polícia Civil do Maranhão deu cumprimento a mandado de prisão preventiva contra Adriana Fontenele Rodrigues, de 26 anos, conhecida como “Neymar”.
Durante investigação, Adriana foi identificada como autora de roubos,  com uso de arma de fogo, a motoristas de aplicativos.
Pelas informações da polícia, após solicitar uma corrida pelo aplicativo, ela rendia suas vítimas durante o trajeto e subtraia os veículos.
Adriana já havia sido autuada anteriormente por envolvimento em outros crimes de roubo.
Após autuação em flagrante, ele foi encaminhada ao Complexo Penitenciário de São Luís, onde ficará à disposição da Justiça .
A prisão de “Neymar” foi efetuada por policiais das Delegacias de Roubos e Furtos (DRF) e de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), com o apoio do Saisp Oeste.

EXCLUSIVO: JUSTIÇA DETERMINA QUE NAGIB PAGUE EM 48 HORAS REPASSES À CÂMARA DE CODÓ

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Após uma série de manifestações dos servidores da Câmara de Codó e das cobranças do presidente Expedito Carneiro, no sentido de pressionar a Prefeitura Municipal De Codó, a justiça deu decisão favorável ao presidente na manhã desta quarta (13).

 Leia o documento abaixo: 

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Destemido, Moro isola líderes e proíbe contato direto de criminosos com visitantes

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Com a mesma coragem com que, quando juiz federal, enfrentou a bandidagem petista, o Ministro Sérgio Moro abriu o confronto direto com o PCC e demais facções do crime.

Isolamento das lideranças é a primeira atitude que atinge diretamente as organizações criminosas.

Marcola e mais 21 bandidos transferidos nesta quarta-feira (13) para presídios federais de Segurança Máxima, não terão mais contato direto com ninguém.

Eventuais visitas, com regras novas e duras, terão que conversar utilizando o parlatório, separados por um vidro e através de um interfone.

Todas as visitas serão supervisionadas e obedecerão datas e critérios definidos em portaria publicada hoje. Fonte Jornal da Cidade

DANTE COELHO DE LIMA Adeus Pium, a grande viagem

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O DC-3 da Real Aerovias taxiou em direção ao terminal do velho Galeão. Era o fim do voo Goiânia-Rio, com escala em Belo Horizonte. Naquela época, início dos anos 50, não havia os “fingers” que hoje nos levam do avião até o terminal. Desci zonzo as escadas do avião. Zonzo e nauseado. Durante o voo, foram muitos os saquinhos de enjoo. Nada segurava no meu estômago, por mais que Mamãe e a aeromoça solícita teimassem em me fazer comer. Motion sickness, dizem os de língua inglesa. Acho que nasci para viver em absoluto estado estático . Os tempos seguintes iriam confirmar isso. Enjoava até de bonde.
Os passageiros desceram a escada e começaram a caminhar na direção do terminal. Enquanto eu andava, trôpego, pela pista, não me passou despercebido que Papai mudara de vez de indumentária. Nunca o tinha visto, assim, tão arrumado. Tinha despido as velhas calças e camisas de cor indefinida pela prolongada ação barro do garimpo. Deixou para trás também seus apetrechos de trabalho. Em vez das pás e picaretas, trazia na mão uma reluzente pasta Samsonite. Envergava fatiota nova. Gravata. Rosto escanhoado, bigode aparado com esmero, o cabelo ondulado, puxado pra trás. Andava a passos largos, Fronte altiva, ar de conquistador. Largou de mão o coldre com seu 38. Revolver pra quê?, teria pensado. No Rio, só esperança de dias melhores. E seguros.
O rude garimpeiro não chegava a dissimular o desconforto que os sapatos novos lhe provocavam. Eu sabia muito bem o que era quilo. Antes da viagem meus pais me submeteram – a mim e ao mano Eliud – a um curso forçado de adaptação àqueles adereços de couro que nos feriam os dedos e o calcanhar. Um suplício.
Mamãe, linda, no seu primeiro penteado de cabelereiro, com seu vestido novo, caminhava na pista, se equilibrando sobre os sapatos comprados especialmente pra viagem. Bolsa numa mão e a mão do filhote mais moço na outra. Eliud saltitava. Era todo excitação. Já eu, no meio do meu mal-estar, suava de medo. Além dos malditos sapatos que me apertavam os pés, pensava no que me esperava naquela cidade grande e assustadora.
Pensava também na aeromoça que na viagem me ofereceu saquinhos de enjoo. Nunca tinha visto criatura mais formosa. Daquelas aeromoças que existiam antigamente. Cheguei a pensar que era mais bonita até que minha mãe, que, numa noite povoada de medos de almas do outro mundo, me deu guarida em seus braços maternos e ouviu de mim que só me casaria com ela. Édipo que me perdoe, mas aquela aeromoça causou-me impressão perturbadora. Mal sabia eu que aquela bela aparição era apenas o começo. Começo dos desassossegos que as moças do Rio trouxeram àquele menino magricela e tímido. Precocidade sexual do tipo do personagem Carlinhos do “Menino de Engenho”. No meu caso, caberia mais “Menino do Garimpo”
Malas e passageiros divididos em dois carros de praça, saímos em direção ao Hotel Vera Cruz (hoje demolido), ao lado da Praça Tiradentes. Tarde já caindo. No caminho, pela Avenida Brasil, minhas narinas começam a experimentar um infinidade de novos odores alguns nem tanto agradáveis. Fosse como fosse, cheiros de cidade nova, lugares novos, sempre me impactaram. Lembro quando morei uns meses em Lagos, na Nigéria, nos meus bordejos de boca de noite pela Norman Williams Street, onde ficava a velha Chancelaria da Embaixada. Sentia uma mistura de aromas fortes, acres e inebriantes nunca antes experimentados neste país. Aromas que vinham do cozinhar das famílias, em plena rua e a céu aberto, de suas ervas e temperos de emanações penetrantes.
A liturgia da chegada e do check-in no Hotel nos impôs uma longa espera, enquanto meu pai acertava no balcão detalhes da nossa morada pelas próximas semanas. Naquela noite não saímos do hotel e eu não pude esconder meu espanto com aquela caixa que subia e descia com gente dentro. O elevador. Nos dias seguintes, sempre que podia eu arranjava um jeito de passear naquele estranho veículo. Para desgosto do ascensorista, que ralhava comigo. Tamanho era o encantamento que nem enjoei.
Ao escrever sobre isso, lembrei de uma cena do filme “Being there”, quando o jardineiro Chance (Peter Sellers) entra num elevador da imensa mansão do milionário Benjamin Rand e diz “…That is a very small room”, ao que o empregado Wilson que o conduzia numa cadeira de rodas responde, divertido, tomando como piada o comentário de Chance (que nunca tinha entrado num elevador), “yes sir, I guess that’s the true smallest room in the house”.

Na noite seguinte, Papai resolveu nos levar para um passeio pelas redondezas do hotel. Passamos em frente a um teatro de revista, acho que era o Carlos Gomes, com fotos de moças trajando sumários maiôs e biquínis nas vitrines. Fascínio absoluto, fiquei ali parado em frente às vitrines, espiando, até que minha mãe me desse um puxão na mão. E outro na orelha, censurando meus sentimentos precoces. Havia ali muitas Gradiscas, daquelas do Felini.
Andamos pro ali, meu pai de cicerone. Luzes e neons quase me cegavam de deslumbramento. A Praça Tiradentes parecia uma festa. Moçoilas encantadoras passavam por mim. Eu as acompanhava com o olhar de fascínio. Minha mãe quase me arrastando pela mão. Papai nos levou pra jantar num Restaurante chamado Cedro do Líbano. Rua Senhor dos Passos. Estranha e saborosa comida. E, claro, novos cheiros. Embriagadores. Pedimos – Eliud e eu – a meu pai um guaraná, beberagem maravilhosa que havíamos tomado no Hotel. Durante anos, sempre que estava no Brasil e no Rio, ia lá no Cedro do Líbano comer, lentilhas, quibes, kaftas, tabule, sempre acompanhado de pão árabe com tahine. Há pouco tempo fui lá com meu irmão. Sentimos um quê de decadência. O eixo gastronômico da cidade – pelo menos aquele que me encantava – mudou-se pra Zona Sul. E hoje já escapa mais pra Barra.
Passadas algumas semanas no hotel, meu pai disse que a gente ir morar em Bonsucesso, mais precisamente em Higienópolis, ali perto da Avenida dos Democráticos. E lá fomos, sem armas, e com pouca bagagem, para a rua Pacheco Jordão. Era um edifício baixo, sem elevador. Mas, meu pai comprou nossa primeira geladeira. E o gelo passou a ser outra maravilhosa descoberta para mim. Passava os dias chupando aquela pedra gelada. E haja dor de garganta, amigdalite, gripes e febres. Nada comparável, contudo, aos calafrios da malária terçã que me acometeu em tenra idade e que quase me abrevia a existência.
Vida se ajeitando na nova morada, chegou o tempo de procurar escola pros meninos. Fomos matriculados no Externato Redentor, hoje chamado Santa Mônica, ali pertinho de casa, pequeno, com apenas duas salas de aula. Uniforme tipo militar, farda, gravata, botões dourados com quepe. Ali começaria minha vida escolar tumultuada.
Mas isso é assunto para outras estórias minhas, que um dia contarei, se ainda estiver em vida.

Dante Coelho de Lima é diplomata.

Avião cai em Belém (PA) e deixa uma pessoa morta e duas feridas

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Uma pessoa morreu e duas ficaram feridas com a queda de um avião de pequeno porte em Belém (PA), na manhã desta quarta-feira (13/2). A aeronave caiu em uma casa, noticiou o G1-PA.
O copiloto identificado como Lucas Ernesto Santos não resistiu aos ferimentos. O piloto, Bruno Alencar, teve traumatismo craniano, foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital. A terceira vítima, uma pessoa que estava na residência no momento da queda, teve apenas escoriações.
A aeronave era particular e tinha autorização para transportar até cinco pessoas. Ainda não se sabe as causas do acidente.

Evapora de dentro do INSS o processo de anistia de Lula

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A ministra Damares Alves disse, há poucos dias, que o “dedo” perdido num acidente sofrido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teria sido a razão alegada para pedir a revisão da indenização como anistiado político.

O pedido teria sido protocolado em 2003, logo após Lula assumir a Presidência da República.

De acordo com fontes do Ministério, a declaração da ministra baseou-se em relatos que ouviu da Comissão de Anistia.

Ato contínuo, a assessoria de Lula negou peremptoriamente que o ex-presidente tivesse citado o tal acidente como razão para a revisão de seu processo de anistiado.

Diante da situação, nada mais justo que se verificar o que consta no processo.

A surpresa: o processo de Lula sumiu, evaporou…

Um absurdo!

É preciso acelerar a despetização do governo.

Vargem Grande: audiência entre executivo e o legislativo; contratações temporárias, carnaval; concurso público

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Após audiência de conciliação entre o executivo e o legislativo na tarde de segunda-feira (11) no Fórum de Justiça da comarca de Vargem Grande, prevaleceu o óbvio. A Câmara usando de sua autonomia e prerrogativas irá apreciar os projetos de contratações somente no retorno dos trabalhos legislativos que acontecerá na sexta-feira (15) e não da forma que o executivo tentou de todas as formas.
O prefeito e seus três advogados que o acompanhou na audiência, parece que não lembravam, ou estavam mal acostumados, sobre os poderes serem harmônicos, porém independentes. 
Em pouco tempo de audiência o Juiz e o Promotor da Comarca refrescaram por várias vezes a memória deles, frisando sobre tal.
Réu 
Vale, aqui lembrar, que a prefeitura de Vargem Grande é réu em uma Ação Civil Pública de obrigação de fazer proposta pelo MP.
Mudo
O prefeito Carlinhos Barros entrou mudo e saiu calado da audiência, o que foi motivo até de questionamentos durante a audiência sobre tamanho silêncio. 
Barrados
Os secretários Thiago Braz (educação), Nicole Mesquita (saúde) e Francisco Ferreira (administração) foram impedidos de participar da audiência pela falta de necessidade, segundo o próprio judiciário. 
Informações
Durante a audiência ainda foi relatado ao Juiz e ao Promotor que a Câmara Municipal de Vargem Grande solicitou via ofício dos secretários de educação, saúde e assistência social, detalhes sobre as contratações de mais de 500 servidores e como resposta, também em ofício, assinado pelo secretário de administração, numa clara tentativa de ignorar o legislativo, que é o fiscal do executivo e no objetivo de permanecer de forma obscuras os projetos, respondeu que entendia a preocupação dos vereadores, mas, que a função de administrar e gerir à máquina era do executivo.
Comissão
A Câmara que voltará aos trabalhos na sexta-feira (15), deve encaminhar essas matérias para as Comissões e iniciar a tramitação, se forem aprovadas, o que tudo indica que sim, até mesmo por que os parlamentares apresentarão emendas modificativas, provavelmente será designado pela Casa uma Comissão para acompanhar de perto todo o processo dessas contratações. 
Repasse
A Câmara, através do presidente e demais componentes do G7 e representada por seus advogados, conversou com o Juiz e com o Promotor sobre o corte do repasse e outras manobras do Prefeito em tentar retaliar o legislativo, e ao final protocolaram ações  judiciais contra o executivo municipal.
Carnaval
O representante do Ministério Público, que recentemente fez uma visita ao Hospital e constatou inúmeras irregularidades, ainda teve tempo de ressaltar que falta dinheiro para muitas coisas essenciais, mas não falta para realizar um carnaval milionário.
Concurso Público
De acordo com a forma que Ministério Público vem se manifestando sobre o assunto é bem provável que a Prefeitura seja obrigada a realizar concurso público, o mais rápido. Fonte Thales Castro

JOSÉ MARIA COUTO MOREIRA Como Boechat

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O Brasil tem vivido os idos de março. Tentativa de morte contra o presidente, rompimento de barragem com 360 desaparecidos e perdas ambientais incalculáveis, incêndio devorador de jovens inocentes. Os brasileiros estão sofridos, injustiçadamente sofridos. Surge agora uma nova tragédia para a coleção de tormentos por que devemos passar. Morre o queridíssimo antes do respeitadíssimo jornalista Ricardo Boechat, âncora da Rede Bandeirantes, âncora, sim, da verdade. Era ele que um imenso público ouvia e era nele que a imprensa, seus próprios colegas, e uma massa de espectadores e ouvintes, acreditava. O ímpeto inútil de o retermos na terra nos move a uma tentativa frívola de não o deixarmos ir.

Todos nós morremos um pouco com Ricardo Boechat. Boechat era desses que a história conta como amantíssimos, mas o destino, sempre insondável, os ceifa cedo. Mistérios para nós … Este homem fantástico reunia, em uma presença emblematicamente simpática e sedutora, uma franqueza que encantava, concebeu um universo de lemas e dilemas que cativou todo o Brasil pela sua voz envolvente, por sua comunicação sincera, objetiva, lúcida. Ricardo era tudo que um jornalista profissional sonha em ser. Onde estará agora aquele que clamava por sua “doce Veruska”, aquela que lhe proporcionou a imensa alegria de, já maduro, ganhar duas lindas crianças, que o esperavam para almoçar no dia fatídico.

Boechat deixou lembranças, melhor dizendo, nos deixou um legado precioso de como ser brasileiro, de como compreender os fenômenos sócio-políticos e de como nos livrarmos dos adversos, dos injuriosos à nação, dos perniciosos, até dos letais. Sua aparição diária no rádio, na televisão ou nos jornais era cumprir o seu dever de casa – a casa como sua consciência – e seu dever como brasileiro.

A vida de cidadão, de pai e de marido de Boechat se confundia com sua irrepreensível carreira de jornalista, como foi em mais de uma dezena de redações. De todas elas sai o Boechat proclamado por colegas, amigos, leitores, espectadores e ouvintes como o às da verdade, da perspicácia nas análises, quase um talismã que fareja o interesse menor e o reprimia ostensivamente. Em síntese, Boechat foi o Barbosa Lima Sobrinho de nossa geração, com um espírito mais solto, aquele que valorizou e elevou a imprensa em patamar importante e indispensável de opinião. Boechat, com sua simplicidade não apenas pontificou, mas foi o regente de um conjunto de comunicadores de nossos últimos tempos de jornalismo radio-televisado. O patrimônio que ostentava era o da ética. Um comentário de Boechat era como o solo de uma clarineta que soava como diretriz para um concerto de projetos, de opiniões e de ações que estavam a reclamar uma regência senão olímpica, corajosa.

Sua última viagem impediu que ele repetisse Barbosa Lima, que, enveredado na política, sempre mostrou desassombro, patriotismo, audácia. A Boechat faltou tempo para ir além, mas é um nome que se eternizará como paradigma do bom cidadão, do jornalista brilhante, do pai amoroso, do brasileiro leal. Um ícone de nosso tempo.

José Maria Couto Moreira é advogado.

Juiz que não dava mole para bandido, assassinado em SP, não é lembrado como vereadora

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Assassinato de juiz rigoroso não tem o clamor de Marielle

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Execução, em 2003, de juiz que condenou e prendeu traficantes não tem clamor de Marielle

Já se organizam em todo o País eventos para lembrar o primeiro ano da morte da vereadora Marielle, em 14 de março. Mas outro crime brutal completará 16 anos no mesmo dia 14 de março, com tudo para passar em branco: o assassinato do juiz Antonio José Machado Dias, da Vara das Execuções Penais de Presidente Prudente. Juiz decente, rigoroso, que não dava mole para bandidos, ele foi executado aos 48 anos a mando da organização criminosa que controla presídios. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O ex-Alckmin ofereceu um presídio de segurança máxima paulista, onde estava o comando do PCC, para receber o traficante Beira-Mar.

Rigoroso, o juiz não cedia à pressão para transferir presos da facção e para facilitar a vida de Beira-Mar. Sua morte foi sentenciada.

Presos, os bandidos “Funchal”, “Ferrugem” e “Chocolate” têm pensão vitalícia de R$5 mil da organização criminosa pelo assassinato do juiz.

Geraldo Alckmin nunca admitiu o erro de colocar Beira-Mar no mesmo presídio onde estava o comando da facção criminosa.

Juventude abraça a causa do Azize Trabulsi

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No início da manhã de hoje 12/02, o movimento desperta Vargem Grande idealizado por jovens de nossa comunidade e incorporado por toda a população, esteve em frente a Escola Municipal Azize Trabulsy que está fechada e ameaçada de implosão, protestando contra a demolição de um dos pilares de sustentação da nossa história no âmbito da educação.

Em conversas com algumas pessoas que ignoram seu presente por não conhecer o passado, vejo exclamações do tipo: ” Para que serve uma escola velha dessas”? E nesse momento questiono: Um povo sem passado e sem história não sobrevive por muito tempo.

O que seria do nosso projeto Reviver em São Luís se o governo não tivesse restaurado aqueles antigos casarões, e revitalizado aquela antiga Praia Grande? Não saberíamos que ali foi o berço do comercio de São Luís quando imigrantes portugueses aqui aportaram e instalaram sua área de comercio varejista.

Pois assim será, se destruírem aquele patrimônio construído pelo prefeito Antonio Rachid Trabulsy na década de 60. Quais são as alegações para sua implosão? Está com a estrutura comprometida? Então vamos restaurá-la, e deixar para gerações futuras o berço escolar de muitos doutores que vivem espalhados mundo afora, mas que um dia estiveram reunidos naquele estabelecimento educacional em torno de um mesmo ideal.

Dizem que querem colocar naquele espaço um avião que servirá de biblioteca. Essa aeronave terá mais valor histórico se a colocarmos no nosso aeroporto e nesse espaço contarmos a história de Vargem Grande, que muito antes de São Luís ter o seu aeroclub, Vargem Grande formava pilotos como Hermes Couto Pires, Antonio José e tantos outros que aqui receberam seu brevê e foram trabalhar em Teresina sua terra natal.

Aquele local do aeroporto, será sem sombras de dúvidas, mais uma opção de lazer e entretenimento para a população local e os que nos visitam. Existem muitos espaços ociosos que podem abrigar a aeronave. E por que só no local do Azize. Os administradores tem que entender, que foram eleitos para governar para o povo, e não contra ele.

De parabens estão os jovens envolvidos nessa empreitada e que DEUS ilumine a mente dos administradores do município e nos der a grata notícia de que essa aeronave da Zona Franca de Manaus possa pousar em outra freguesia.

SUSPEITO USA PRESTOBARBA PARA ASSALTAR APARELHO CELULAR, EM SEGUIDA O VENDE PARA VÍTIMA POR R$ 20,00

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A polícia prendeu um jovem de 28 anos por suspeitas de assalto. Diego Pontes da Silva foi preso e autuado em flagrante, em Imperatriz. De acordo com informações policiais militares, a guarnição fazia rondas pelo Centro da cidade, quando foi informando por um rapaz que tinha acabado de ser assaltado.O que mais chamou a atenção, foi que o suspeito do roubou ainda ofereceu o celular de volta para a vítima, por R$ 20. A vítima ainda chegou a comprar o próprio aparelho antes de denunciar o crime à polícia.A vítima disse que estava na parada de ônibus, quando Diego chegou e anunciou o assalto. O suspeito colocou a mão por baixo da camisa, como se tivesse uma arma de fogo. Após pegar celular ele tirou chip e entregou à vítima e em seguida ofereceu o celular pelo dinheiro que ele tivesse carteira.A vitima disse ainda que depois percebeu que Diego não estava com arma de fogo, mas estava com um “prestobarba” .Os policiais encontraram o suspeito próximo ao local do assalto, com ele foi encontrado o dinheiro da venda do celular roubado e um “prestobarba”.